segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Jamal pega no meu:....

Pronto Disse!!!

Passei o fim de semana inteiro segurando esse trocadilho.

Fiquem a vontade complente-o como quizer.

Homus Carioca - (In)Definição por um Poeta

"O poeta passa a vida tentando definir um tipo: o carioca. Sabe que isso é impossível e não se importa em ser um farsante. Os amigos implicam: "Ele é assim porque leu Julio Verne demais". A brincadeira, sem que saibam, o engrandece, pois o poeta sempre entendeu o Rio como o território da fantasia. Busca contrapontos e um dia propõe a máxima: "São Paulo é o tumulo do samba". Seu amor por São Paulo a desmente, mas o que importa dizer a verdade, é produzir efeitos estimulantes, eletrizar o coração do interlocutor. O poeta sabe que ser carioca é ser um fingidor. Cidade dos poetas."

Vinicius de Morais - Roteiro Lirico e Sentimental da Cidade do Rio de Janeiro.

Ps: Talvez essa seja uma das referencia bibliograficas do Reinado Lessiano que se aproximä.

Ps2: Ao papai fingidor, cuja a capacidade poética resumi-se aquelas de fazer rir.....

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Tic-Tac...


O tempo:

O tempo devora:

as situlezas;
o veludo da Pedras;
A calma;
A delicadeza;
O sono;
O plano;
O planejamento;
A memória;
A beleza das pequenas coisas.

O tempo Vomita:

Mau humor;
Angustia;
Frustração;
Listas crescentes;
Insegurança;
O desejo para a renuncia das Boas coisas;
A dúvida sobre " a boa notícia".

Torna:

dia o um eterno improviso;
O passado uma saudade, quase sem tempo a recordações;
Outros passados, pequenos espaços de tormento,constantes.

Primeira coisa que vem a cabeça cansada:

Tic...Tac...

domingo, 20 de janeiro de 2008

Aula de Lógica...

Praia chuvosa + fim de samena com a namoradinha ==> guerra de cosquinhas!!!

Mais um grande tratado da matemática amorasa.


Ps:

(Campo + Joyce)* Guerra de conquinhas = F(de Massacre de Campo em Joyce) p/ todas as praias chuvosas e situações do dia.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Confusão...

Existira um texto, aqui.

Regurgitei instantâneamente algo único...

Um problema de conexão jogou tudo no limbo. E agora tudo é mistério.

Resta apenas, céu nublado,idéias distantes,gosto amargo na boca...

Dúvidas, caseira e dor de cabeça....

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Doce resposta Inesperada!

Por Joy:

" Amore mio, eu te uso? vc tem alguma dúvida? é óóóóbvio que sim!!!

uso mesmo, nos dias de chuva, para ficar abraçadinho sem fazer nada
uso quando quero dar risada
uso para dar umas voltinhas na cidade
uso nos dias em que estou triste, pq é o meu remédio favorito
uso também quando estou mto feliz, para ter onde extravasar tanta energia
uso para fazer exercicios e para viajar
uso como contador de estrelas e ondas do mar
uso como fonte de beijos, abraços e carinho
e até travesseiro de sofá.
Uso por causa do senso de humor
e pela quantidade de histórias e piadinhas.
Uso porque gosto e também porque vicia.
Que que eu posso fazer?
Acostume-se com a idéia!!!
=D"

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Albuns de Cabeça...

Belas imagens em minha memória.

Tenho-as apenas da maneira que me lembro. Não fico preso ao fato concreto.

Gosto do cheiro, do tato e do som delas...

Estão em constante processamento....Nunca são concluídas....

Como esse texto.

Vi, Li e achei legal!

“Learn from yesterday, live for today, hope for tomorrow. The important thing is not to stop questioning.” - Albert Einstein

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Mundo Privado





Faltaram apenas as grades e os medos.

domingo, 6 de janeiro de 2008

Jogo de Cena.



Tragédia da Vida.

Drama da Vida.

Comédia da Vida.

Romance da Vida.

Tudo isso no misterioso palco da vida.

A riqueza do intimo de cada um.

Viva, viver. Viver-se. Viver o outro.

Abaixo a vida em terceira pessoa. Atrás das telas.

sábado, 5 de janeiro de 2008

Mudo!



Sempre achei um tanto exagerada, as terias que o carro é de certa forma uma extensão do ser humano.

Pois, bem no teatro da vida paulista. As avenidas são o palco.

De repente me vi sem voz. Como um ator sem roteiro.

Já não podia me comunicar nessa peça da vida Urbana.

Meu Deus! Eu sou mudo?

Não. Estou sem buzina?

Resta-me o faral alto.

Seria isso linguagem dos Sinais?