Não o abandonei, minha sucessão de caracteres que carregam sentimentos e pensamentos. Caracteres organizados. Porém, sempre insuficientes, sempre imprecisos, dignos da inconstância da vida e dos fantasmas do imaginário.
Não lhe abandonei. Tenhos apenas entregado suas mensagens, ao pé do ouvido de sua unica leitora, e minha amada.
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
Aleatórias...
Estudar é algo muito perigoso.
O entender é algo que se desmancha facilmente, face o exercicio.
O silêncio é nessário, sua medida exata é a angustia.
A primeira hora dos 25, dá sono. A última dos 24 tinha gosto de cansaço.
Ter memória, é tido por muitos como uma dádiva. Mal sabem do castigo que é carregar todas as lembraças.
O entender é algo que se desmancha facilmente, face o exercicio.
O silêncio é nessário, sua medida exata é a angustia.
A primeira hora dos 25, dá sono. A última dos 24 tinha gosto de cansaço.
Ter memória, é tido por muitos como uma dádiva. Mal sabem do castigo que é carregar todas as lembraças.
terça-feira, 10 de junho de 2008
Sou brasileiro e não desisto nunca...
Minha menina abraçou-me cedinho, com o doce halito da manhã ( que de fato não é bem doce).
Aos poucos no roçar de sua pela na minha ele "lixou" todo o manto de tristesa e preocupação que havia.
Seus beijos me entorpeceram, removendo a noção de tempo.
Depois disso, conversamos sobre narrativas fantasticas, seguidas por declaraçoes, suores, sussuros .....
Depois repouso e um abraço sereno....
Aos poucos no roçar de sua pela na minha ele "lixou" todo o manto de tristesa e preocupação que havia.
Seus beijos me entorpeceram, removendo a noção de tempo.
Depois disso, conversamos sobre narrativas fantasticas, seguidas por declaraçoes, suores, sussuros .....
Depois repouso e um abraço sereno....
quarta-feira, 4 de junho de 2008
Acordei...
Hj, eu acordei, cutuquei o galo e descidi:
- Vou resolver minha vida.
Reli meus escritos, mandei e-mails a professores e pensei:
- Agora é justo ter alguma nova de minha menina, mesmo nessa hora em que a madrugada é seu manto?
Entrei em um blog e lembrei que " quase a machuco quando roço em sua nuca, minha barba mal feita"....
Bjos
- Vou resolver minha vida.
Reli meus escritos, mandei e-mails a professores e pensei:
- Agora é justo ter alguma nova de minha menina, mesmo nessa hora em que a madrugada é seu manto?
Entrei em um blog e lembrei que " quase a machuco quando roço em sua nuca, minha barba mal feita"....
Bjos
terça-feira, 13 de maio de 2008
sábado, 3 de maio de 2008
Blah...Minha idéia fixa.
“Eu gosto de vc”. Gosto mesmo!
Quem diria que esse seria um dos inúmeros começos poéticos dessa historinha de nos dois?
Naquele dia vc sorriu um tanto impresionada com a memória desse menino do interior.
Em outro dia, rimos, em meio a abraços, no seu esforço de relembrar aquelas palavras que insistiam em conduzir à “100, 1000 vezes loucamente você, você e você”.
Você diz ser difícil expressar-se e como eu refugia-se na pena do poeta. Como se esse fosse o tradutor daquele sentimento que “queima e consome”, pela ânsia de revelar.
Tenha em mente que o poeta desconhece poesia não verbal.
- Eu digo!Sua ! Ouviu? De Jojoy Pessin!
Desconhece o encanto de :
acordar tarde, carente por abraços;
ver as estrelas como remédio;
criar doces dilemas entre o carinho e as obrigações;.
Talvez vc seja inexperiente como oradora, ao não conseguir colocar em discurso ou declaração o que sente. Mas saiba que prefiro o seu discurso calado do seu olhar, do seu carinho a mim e aos meus.
Saiba que em minha busca literária encontrei em vc, minha poesia, minhas narrativas fantásticas-de sonhos divertidos- no devagar que só o acordar nos trás. Meu teatro e meu romance- de sucessão de pequenas coisas...
É por isso que padeço de uma Idéia Fixa por vc ! Seja ela verbalizada ou não!
Quem diria que esse seria um dos inúmeros começos poéticos dessa historinha de nos dois?
Naquele dia vc sorriu um tanto impresionada com a memória desse menino do interior.
Em outro dia, rimos, em meio a abraços, no seu esforço de relembrar aquelas palavras que insistiam em conduzir à “100, 1000 vezes loucamente você, você e você”.
Você diz ser difícil expressar-se e como eu refugia-se na pena do poeta. Como se esse fosse o tradutor daquele sentimento que “queima e consome”, pela ânsia de revelar.
Tenha em mente que o poeta desconhece poesia não verbal.
- Eu digo!Sua ! Ouviu? De Jojoy Pessin!
Desconhece o encanto de :
acordar tarde, carente por abraços;
ver as estrelas como remédio;
criar doces dilemas entre o carinho e as obrigações;.
Talvez vc seja inexperiente como oradora, ao não conseguir colocar em discurso ou declaração o que sente. Mas saiba que prefiro o seu discurso calado do seu olhar, do seu carinho a mim e aos meus.
Saiba que em minha busca literária encontrei em vc, minha poesia, minhas narrativas fantásticas-de sonhos divertidos- no devagar que só o acordar nos trás. Meu teatro e meu romance- de sucessão de pequenas coisas...
É por isso que padeço de uma Idéia Fixa por vc ! Seja ela verbalizada ou não!
domingo, 16 de março de 2008
Aos inconformismo!!!
" ...O grande poeta alemão Friedrich Hölderlin disse que
quem pensa com mais profundidade são os que têm mais vida.
Mas não basta ter vida, é preciso ter inconformidade
e iluminar a inconformidade com a imaginação...."
"...Na história,os obedientes são castigados.
Os prêmios vão para os rebeldes. A rebeldia
é condição necessária, mas não é suficiente.
Porque ela só é eficaz quando iluminada pela imaginação..."
quem pensa com mais profundidade são os que têm mais vida.
Mas não basta ter vida, é preciso ter inconformidade
e iluminar a inconformidade com a imaginação...."
"...Na história,os obedientes são castigados.
Os prêmios vão para os rebeldes. A rebeldia
é condição necessária, mas não é suficiente.
Porque ela só é eficaz quando iluminada pela imaginação..."
quinta-feira, 13 de março de 2008
Ressacas Carnavalescas....
"Tristeza não tem fim. Felicidade, sim...
A felicidade do pobre parece a grande iluzão do carnaval..."
"Acabou nosso carnaval....Ninguem mais sorri, se beija e se abraça..."
Viva a fantasia, enquanto bela....e que a tormenta seja breve.
Salve, Tom. Salve Vinícius. Saravá!!!
A felicidade do pobre parece a grande iluzão do carnaval..."
"Acabou nosso carnaval....Ninguem mais sorri, se beija e se abraça..."
Viva a fantasia, enquanto bela....e que a tormenta seja breve.
Salve, Tom. Salve Vinícius. Saravá!!!
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
Companheiro de viagem...
Ganhei um livro e ele preenche o tempo nos entre-atos da vida. Priva minha mente do vazio, e do silêncio necessário para as reflexões enfadonhas das obrigações.
Minha compulsão pela leitura = meu refúgio, minha armadura contra...
Há tb um CD. Menos requisitado.
Vc disse entenderia e me compreende com o vazio. O silêncio me parece uma péssima resposta nesse momento.
Há...
Enfim....
Minha compulsão pela leitura = meu refúgio, minha armadura contra...
Há tb um CD. Menos requisitado.
Vc disse entenderia e me compreende com o vazio. O silêncio me parece uma péssima resposta nesse momento.
Há...
Enfim....
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
Uma notícia de Jornal...
Certa vez em conversa com um Dramaturgo, refleti sobre a desumanização que todo notícia carrega.
Fato, pega-se um fato substantivo a um protagosnista e traforma-o em texto objetivo. Assim como a foto perde o relevo na descrição do objeto, a notícia o faz com o interlocutor.
Abaixo segue uma notícia de jornal, das poucas que não tiveram reduzido seu relevo:
Gorz e a cerimônia do adeus à mulher
Carta do filósofo austríaco para a esposa revela dificuldade para definir o amor, mas constitui uma prova vigorosa dele
Antonio Gonçalves Filho
É uma história de amor, mas também sobre a tragédia de não saber explicar filosoficamente o amor, o que, no caso do filósofo e jornalista austríaco André Gorz (1923- 2007), representou ao mesmo tempo um desafio e um ajuste de contas com seu passado, antes de se decidir pelo suicídio duplo com sua mulher Dorine, em setembro do ano passado. Numa longa carta dirigida a ela e publicada um ano antes, Carta a D. (tradução de Celso Azzan Jr., Annablume/Cosac Naify, 80 págs., R$ 29), Gorz conta como conheceu e se apaixonou por Dorine, reconhecendo que nem mesmo em seus escritos mais contundentes conseguiu mostrar que o amor por sua mulher foi a razão de sua conversão existencial - em especial Le Traître, alvo de uma autocrítica impiedosa.
Gorz, para quem não viveu os anos 1960, foi um dos teóricos de maior expressão da Nova Esquerda. De formação marxista e amigo de Marcuse, foi incensado pelos estudantes do Maio de 1968 e, posteriormente, reavaliado pelos mesmos na época do lançamento de Adeus ao Proletariado (Forense Universitária, 1982), que obrigou intelectuais de esquerda a uma revisão das formas de organização comunista. Entre outros pontos levantados por Gorz, o de maior relevância foi sua denúncia de que o marxismo criara o culto da "luta redentora" do proletariado. Desanimado com a instrumentalização de Marx, o filósofo transformou-se num dos maiores líderes da ecologia política, propondo, então, uma revolução cultural para acabar também com os excessos do capitalismo. Para começar, foi pioneiro na defesa de uma renda básica para os cidadãos independente do trabalho, influenciando tremendamente políticos como o senador Eduardo Suplicy.
Carta a D. não fala de política. Ou melhor, fala, mas pouco. Gorz toca no tema justamente ao justificar a decisão do casal de se mudar para o campo quando a mulher Dorine foi acometida de uma aracnoidite que a impedia até de se deitar. Instalado numa casa do século 19 no vilarejo de Vosnon, na região de Troyes, o filósofo revê seu passado e tenta encontrar uma resposta para a mais inquietante de todas as perguntas: por que amamos e queremos ser amados por determinada pessoas e excluímos as demais? Nem seu amigo Sartre conseguiu dar uma resposta minimamente aceitável em O Ser e o Nada. Não seria ele que viria a ser o autor dessa definição, ao recapitular sua relação amorosa com Dorine, que, na época de Carta a D., estava para completar 82 anos. Eles viveram juntos 58 anos. A perspectiva de perder o objeto de sua adoração carregou seu peito de um "vazio devorador".
Gorz concluía, no silêncio do campo, que amor, política e literatura ocupam um mesmo lugar. Formam uma espécie de aleph existencial, um ponto no centro do coração do homem. Sua história íntima com Dorine mostra que, nos momentos mais difíceis - o desemprego, a hostilidade política de seus detratores, o rompimento de antigas amizades -, foi a presença da mulher que deu forças à sua militância. Gorz diz com todas as letras que Dorine era o "rochedo" sobre o qual essa união estava construída. Condenada por uma doença incurável, não restava muito a ele além de seguir seus passos em direção à morte. E, também por isso, essa carta é uma resposta a Le Traître, em que seu juramento de amor é apenas formal, literário. Aqui, ele é para valer.
Fato, pega-se um fato substantivo a um protagosnista e traforma-o em texto objetivo. Assim como a foto perde o relevo na descrição do objeto, a notícia o faz com o interlocutor.
Abaixo segue uma notícia de jornal, das poucas que não tiveram reduzido seu relevo:
Gorz e a cerimônia do adeus à mulher
Carta do filósofo austríaco para a esposa revela dificuldade para definir o amor, mas constitui uma prova vigorosa dele
Antonio Gonçalves Filho
É uma história de amor, mas também sobre a tragédia de não saber explicar filosoficamente o amor, o que, no caso do filósofo e jornalista austríaco André Gorz (1923- 2007), representou ao mesmo tempo um desafio e um ajuste de contas com seu passado, antes de se decidir pelo suicídio duplo com sua mulher Dorine, em setembro do ano passado. Numa longa carta dirigida a ela e publicada um ano antes, Carta a D. (tradução de Celso Azzan Jr., Annablume/Cosac Naify, 80 págs., R$ 29), Gorz conta como conheceu e se apaixonou por Dorine, reconhecendo que nem mesmo em seus escritos mais contundentes conseguiu mostrar que o amor por sua mulher foi a razão de sua conversão existencial - em especial Le Traître, alvo de uma autocrítica impiedosa.
Gorz, para quem não viveu os anos 1960, foi um dos teóricos de maior expressão da Nova Esquerda. De formação marxista e amigo de Marcuse, foi incensado pelos estudantes do Maio de 1968 e, posteriormente, reavaliado pelos mesmos na época do lançamento de Adeus ao Proletariado (Forense Universitária, 1982), que obrigou intelectuais de esquerda a uma revisão das formas de organização comunista. Entre outros pontos levantados por Gorz, o de maior relevância foi sua denúncia de que o marxismo criara o culto da "luta redentora" do proletariado. Desanimado com a instrumentalização de Marx, o filósofo transformou-se num dos maiores líderes da ecologia política, propondo, então, uma revolução cultural para acabar também com os excessos do capitalismo. Para começar, foi pioneiro na defesa de uma renda básica para os cidadãos independente do trabalho, influenciando tremendamente políticos como o senador Eduardo Suplicy.
Carta a D. não fala de política. Ou melhor, fala, mas pouco. Gorz toca no tema justamente ao justificar a decisão do casal de se mudar para o campo quando a mulher Dorine foi acometida de uma aracnoidite que a impedia até de se deitar. Instalado numa casa do século 19 no vilarejo de Vosnon, na região de Troyes, o filósofo revê seu passado e tenta encontrar uma resposta para a mais inquietante de todas as perguntas: por que amamos e queremos ser amados por determinada pessoas e excluímos as demais? Nem seu amigo Sartre conseguiu dar uma resposta minimamente aceitável em O Ser e o Nada. Não seria ele que viria a ser o autor dessa definição, ao recapitular sua relação amorosa com Dorine, que, na época de Carta a D., estava para completar 82 anos. Eles viveram juntos 58 anos. A perspectiva de perder o objeto de sua adoração carregou seu peito de um "vazio devorador".
Gorz concluía, no silêncio do campo, que amor, política e literatura ocupam um mesmo lugar. Formam uma espécie de aleph existencial, um ponto no centro do coração do homem. Sua história íntima com Dorine mostra que, nos momentos mais difíceis - o desemprego, a hostilidade política de seus detratores, o rompimento de antigas amizades -, foi a presença da mulher que deu forças à sua militância. Gorz diz com todas as letras que Dorine era o "rochedo" sobre o qual essa união estava construída. Condenada por uma doença incurável, não restava muito a ele além de seguir seus passos em direção à morte. E, também por isso, essa carta é uma resposta a Le Traître, em que seu juramento de amor é apenas formal, literário. Aqui, ele é para valer.
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
Extra! Mimo dá Anemia!
Pois de tanto mimar certa menina, ela ficou anemica.
Não sei se foram as horas de cafuné que aplacavam sua fome, ou o cassaço dessa após sua traquinagens.Poderiam, ainda ser os despetares intermináveis ou as exautivas guerras de cocegas.
Lembro apenas que das reclamações de canseiras e nariz desintupido.
Existe uma chance remota de suas hemoglinas terem ficado desorientadas, dado os sofisticados conceitos de orientação de sua produtora.
Enfim, resta-me agora sobstituir os mimos por ferro.
Irônico isso, não?
Vinho tem ferro?
Não sei se foram as horas de cafuné que aplacavam sua fome, ou o cassaço dessa após sua traquinagens.Poderiam, ainda ser os despetares intermináveis ou as exautivas guerras de cocegas.
Lembro apenas que das reclamações de canseiras e nariz desintupido.
Existe uma chance remota de suas hemoglinas terem ficado desorientadas, dado os sofisticados conceitos de orientação de sua produtora.
Enfim, resta-me agora sobstituir os mimos por ferro.
Irônico isso, não?
Vinho tem ferro?
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
Crise de abstinência.
Sim, ela existe.
Aguardo ancioso o momento qual haverá: queijo brie, vinho e filme.
Ressalto que meu vicio não é gastronomico.
Aguardo ancioso o momento qual haverá: queijo brie, vinho e filme.
Ressalto que meu vicio não é gastronomico.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
Jamal pega no meu:....
Pronto Disse!!!
Passei o fim de semana inteiro segurando esse trocadilho.
Fiquem a vontade complente-o como quizer.
Passei o fim de semana inteiro segurando esse trocadilho.
Fiquem a vontade complente-o como quizer.
Homus Carioca - (In)Definição por um Poeta
"O poeta passa a vida tentando definir um tipo: o carioca. Sabe que isso é impossível e não se importa em ser um farsante. Os amigos implicam: "Ele é assim porque leu Julio Verne demais". A brincadeira, sem que saibam, o engrandece, pois o poeta sempre entendeu o Rio como o território da fantasia. Busca contrapontos e um dia propõe a máxima: "São Paulo é o tumulo do samba". Seu amor por São Paulo a desmente, mas o que importa dizer a verdade, é produzir efeitos estimulantes, eletrizar o coração do interlocutor. O poeta sabe que ser carioca é ser um fingidor. Cidade dos poetas."
Vinicius de Morais - Roteiro Lirico e Sentimental da Cidade do Rio de Janeiro.
Ps: Talvez essa seja uma das referencia bibliograficas do Reinado Lessiano que se aproximä.
Ps2: Ao papai fingidor, cuja a capacidade poética resumi-se aquelas de fazer rir.....
Vinicius de Morais - Roteiro Lirico e Sentimental da Cidade do Rio de Janeiro.
Ps: Talvez essa seja uma das referencia bibliograficas do Reinado Lessiano que se aproximä.
Ps2: Ao papai fingidor, cuja a capacidade poética resumi-se aquelas de fazer rir.....
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
Tic-Tac...

O tempo:
O tempo devora:
as situlezas;
o veludo da Pedras;
A calma;
A delicadeza;
O sono;
O plano;
O planejamento;
A memória;
A beleza das pequenas coisas.
O tempo Vomita:
Mau humor;
Angustia;
Frustração;
Listas crescentes;
Insegurança;
O desejo para a renuncia das Boas coisas;
A dúvida sobre " a boa notícia".
Torna:
dia o um eterno improviso;
O passado uma saudade, quase sem tempo a recordações;
Outros passados, pequenos espaços de tormento,constantes.
Primeira coisa que vem a cabeça cansada:
Tic...Tac...
domingo, 20 de janeiro de 2008
Aula de Lógica...
Praia chuvosa + fim de samena com a namoradinha ==> guerra de cosquinhas!!!
Mais um grande tratado da matemática amorasa.
Ps:
(Campo + Joyce)* Guerra de conquinhas = F(de Massacre de Campo em Joyce) p/ todas as praias chuvosas e situações do dia.
Mais um grande tratado da matemática amorasa.
Ps:
(Campo + Joyce)* Guerra de conquinhas = F(de Massacre de Campo em Joyce) p/ todas as praias chuvosas e situações do dia.
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
Confusão...
Existira um texto, aqui.
Regurgitei instantâneamente algo único...
Um problema de conexão jogou tudo no limbo. E agora tudo é mistério.
Resta apenas, céu nublado,idéias distantes,gosto amargo na boca...
Dúvidas, caseira e dor de cabeça....
Regurgitei instantâneamente algo único...
Um problema de conexão jogou tudo no limbo. E agora tudo é mistério.
Resta apenas, céu nublado,idéias distantes,gosto amargo na boca...
Dúvidas, caseira e dor de cabeça....
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
Doce resposta Inesperada!
Por Joy:
" Amore mio, eu te uso? vc tem alguma dúvida? é óóóóbvio que sim!!!
uso mesmo, nos dias de chuva, para ficar abraçadinho sem fazer nada
uso quando quero dar risada
uso para dar umas voltinhas na cidade
uso nos dias em que estou triste, pq é o meu remédio favorito
uso também quando estou mto feliz, para ter onde extravasar tanta energia
uso para fazer exercicios e para viajar
uso como contador de estrelas e ondas do mar
uso como fonte de beijos, abraços e carinho
e até travesseiro de sofá.
Uso por causa do senso de humor
e pela quantidade de histórias e piadinhas.
Uso porque gosto e também porque vicia.
Que que eu posso fazer?
Acostume-se com a idéia!!!
=D"
" Amore mio, eu te uso? vc tem alguma dúvida? é óóóóbvio que sim!!!
uso mesmo, nos dias de chuva, para ficar abraçadinho sem fazer nada
uso quando quero dar risada
uso para dar umas voltinhas na cidade
uso nos dias em que estou triste, pq é o meu remédio favorito
uso também quando estou mto feliz, para ter onde extravasar tanta energia
uso para fazer exercicios e para viajar
uso como contador de estrelas e ondas do mar
uso como fonte de beijos, abraços e carinho
e até travesseiro de sofá.
Uso por causa do senso de humor
e pela quantidade de histórias e piadinhas.
Uso porque gosto e também porque vicia.
Que que eu posso fazer?
Acostume-se com a idéia!!!
=D"
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
Albuns de Cabeça...
Belas imagens em minha memória.
Tenho-as apenas da maneira que me lembro. Não fico preso ao fato concreto.
Gosto do cheiro, do tato e do som delas...
Estão em constante processamento....Nunca são concluídas....
Como esse texto.
Tenho-as apenas da maneira que me lembro. Não fico preso ao fato concreto.
Gosto do cheiro, do tato e do som delas...
Estão em constante processamento....Nunca são concluídas....
Como esse texto.
Vi, Li e achei legal!
“Learn from yesterday, live for today, hope for tomorrow. The important thing is not to stop questioning.” - Albert Einstein
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
domingo, 6 de janeiro de 2008
Jogo de Cena.
Tragédia da Vida.
Drama da Vida.
Comédia da Vida.
Romance da Vida.
Tudo isso no misterioso palco da vida.
A riqueza do intimo de cada um.
Viva, viver. Viver-se. Viver o outro.
Abaixo a vida em terceira pessoa. Atrás das telas.
sábado, 5 de janeiro de 2008
Mudo!
Sempre achei um tanto exagerada, as terias que o carro é de certa forma uma extensão do ser humano.
Pois, bem no teatro da vida paulista. As avenidas são o palco.
De repente me vi sem voz. Como um ator sem roteiro.
Já não podia me comunicar nessa peça da vida Urbana.
Meu Deus! Eu sou mudo?
Não. Estou sem buzina?
Resta-me o faral alto.
Seria isso linguagem dos Sinais?
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